08 nov 18

No último mês de Outubro, o Dr. Fernando Valério participou do Annual Meeting of American College of Gastroenterology (Congresso Anual do Colégio Americano de Gastroenterologia), realizado na Filadélfia , Pensilvânia (Estados Unidos da América).
Os pontos de destaque na participação do Dr. Fernando Valério neste congresso foram as aulas específicas dedicadas à Doença Celíaca  (intolerância ao glúten) e sensibilidade ao glúten, alterações funcionais do trato digestivo (Síndrome do Intestino Irritável, aumento da permeabilidade intestinal, diarreia, constipação, incontinência fecal e refluxo gastroesofágico) e os fatores alimentares relacionados (dieta sem glúten, dieta “low FODMAP”, fibras, probióticos). Estes temas foram discutidos com profundidade em encontros médicos com audiência restrita (10 a 15 pessoas, no máximo), o que possibilitou uma discussão muito mais aprofundada sobre os temas, e o diálogo muito próximo com palestrantes mundialmente reconhecidos por sua atuação profissional e publicações médicas. Destacamos os Drs. William Chey  e Joseph Murray, especialistas em distúrbios funcionais intestinais e doença celíaca, respectivamente.
Outros temas importantes também foram alvo do encontro e as palestras relacionadas também foram assistidas pelo Dr. Fernando Valério. São elas: esôfago de Barrett, pólipos intestinais, câncer de intestino  e reto, dispepsia, riscos no uso prolongado de medicamentos para o estômago, esteatose hepática, esofagite eosinofílica, gases intestinais e distensão abdominal, hérnia de hiato, doença de Crohn e retocolite ulcerativa idiopática, doença diverticular e diverticulite aguda.

Dados do autor:
Dr. Fernando Valério
Gastroenterologista, Nutrólogo e Proctologista
São Paulo, SP
Consultas: particulares e Omint

No último mês de Outubro, o Dr. Fernando Valério participou do Annual Meeting of American College of Gastroenterology (Congresso Anual do Colégio Americano de Gastroenterologia), realizado na Filadélfia , Pensilvânia (Estados Unidos da América). Os pontos de destaque na participação do Dr. Fernando Valério neste congresso foram as aulas específicas dedicadas à Doença Celíaca  (intolerância […]
26 set 18

Esta manhã o Dr. Fernando Valério ministrou uma palestra no Colégio Pentágono (Unidade Morumbi) sobre a importância da boa alimentação e a prática de exercícios para os jovens. Foi possível aproveitar o momento para estimular um questionamento com os adolescentes sobre o seu próprio estilo de vida, gerando assim algum grau de inquietação e discussão.
E como este é um momento que deve ser aproveitado ao máximo, também se discutiu com os adolescentes os riscos do uso do álcool nesta faixa etária, assim como sobre o uso de suplementos alimentares.

Esta manhã o Dr. Fernando Valério ministrou uma palestra no Colégio Pentágono (Unidade Morumbi) sobre a importância da boa alimentação e a prática de exercícios para os jovens. Foi possível aproveitar o momento para estimular um questionamento com os adolescentes sobre o seu próprio estilo de vida, gerando assim algum grau de inquietação e discussão. […]
03 set 18

Pelo terceiro ano consecutivo o Dr. Fernando Valério é convidado pelo Colégio Ítaca para ministrar a palestra “Estilo de vida, alimentação e atividade física: por que se preocupar desde jovens?” para os seus alunos do 9° ano.
Como sempre o resultado foi muito positivo e abrangente. Esta é uma atividade que traz imenso orgulho e que mostra que todos somos responsáveis pelo crescimento dos nossos jovens. Poder falar diretamente com eles de maneira responsável e aberta, discutir sobre as suas escolhas e opções, fazê-los refletir em cima de dados, ponderar sobre o uso do álcool e as suas consequências, e principalmente orientá-los sobre uma vida saudável é realmente muito importante e engrandecedor.

Na palestra foram abordados temas como a alimentação saudável e suas fontes , as doenças relacionadas a um estilo de vida equivocado (diabetes, hipertensão arterial, câncer, obesidade), medidas de avaliação de composição corporal, macro (proteínas, carboidratos e gorduras) e micronutrientes (vitaminas e minerais) e a importância da atividade física.

Pelo terceiro ano consecutivo o Dr. Fernando Valério é convidado pelo Colégio Ítaca para ministrar a palestra “Estilo de vida, alimentação e atividade física: por que se preocupar desde jovens?” para os seus alunos do 9° ano. Como sempre o resultado foi muito positivo e abrangente. Esta é uma atividade que traz imenso orgulho e […]
16 ago 18

No último dia 08 de agosto, o Dr. Fernando Valério, em parceria com a Omint, ministrou a palestra “Estilo de vida e promoção da saúde” no banco americano Goldman Sachs.
A discussão foi muito proveitosa e se abordaram temas como os riscos de um estilo de vida inadequado, aspectos motivacionais e táticas de comportamento para mudanças de atitude. E obviamente, falou-se muito sobre a prática alimentar correta, sem manias ou vícios da moda.

Foi uma ótima oportunidade para se discutir com profundidade os resultados de um estilo de vida mais adequado, com mudanças na alimentação e na prática de atividades físicas. Durante a palestra discutiu-se as consequências destes erros comportamentais, como o aumento do risco de infarto agudo do miocárdio, da obesidade,  de acidente vascular cerebral, doenças demenciais, tumores malignos, alterações ósseas e articulares, e perda de massa muscular. Mas também foi possível mostrar possibilidades e táticas para uma mudança produtiva, racional, baseada em comprovações médicas e não em modismos.

No último dia 08 de agosto, o Dr. Fernando Valério, em parceria com a Omint, ministrou a palestra “Estilo de vida e promoção da saúde” no banco americano Goldman Sachs. A discussão foi muito proveitosa e se abordaram temas como os riscos de um estilo de vida inadequado, aspectos motivacionais e táticas de comportamento para […]
19 jun 18

A Gastroenterologia é a especialidade médica ligada ao estudo dos distúrbios digestivos. A Nutrologia é a especialidade médica relacionada ao estudo dos alimentos e a sua relação com a nossa saúde e doenças. Como o aparelho digestivo tem como principal função a ingestão, digestão e absorção dos alimentos, é óbvio que o estudo destas especialidades se complementam de maneira muito produtiva.  Na minha prática médica vivo isto de maneira muito interessante, já que o profundo entendimento das doenças digestivas me permitem entender as alterações ocorridas e as suas consequências, avaliar e solicitar os exames necessários prontamente, indicar tratamentos medicamentosos e, principalmente, orientar a alimentação e dieta a serem seguidas.

O gastro nutrólogo pode atuar em diversas doenças digestivas e trazer ótimos resultados aos seus pacientes, visto que consegue ter uma visão global de tudo que envolve a doença digestiva e os seus aspectos alimentares. Vou citar abaixo algumas doenças em que a abordagem de um gastroenterologista nutrólogo pode ser muito útil:

Doença diverticular (diverticulose) e diverticulite aguda:
Orientar a alimentação adequada para que pacientes com doença diverticular não sofram com novas crises de diverticulite aguda. E também orientar tratamentos medicamentosos (antibióticos) e dieta durante o quadro de diverticulite aguda, e posteriormente a   crise.

Doença Celíaca (intolerância ao glúten), intolerância à lactose, sensibilidade ao glúten não celíaca e alergias alimentares:
O médico pode através da história clínica suspeitar de algumas destas alterações do aparelho digestivo, solicitar os exames laboratoriais e de imagem (endoscopia digestiva alta), corrigir as consequências nutricionais destas alterações, e indicar uma dieta adequada como forma de tratamento.

Diarreia e constipação crônica:
Avaliar as possíveis causas de diarreia (infecciosas, doenças funcionais e inflamatórias), indicar tratamentos medicamentosos e dieta constipante. Por outro lado, também pode avaliar os motivos de alterações de defecação e constipação intestinal, além de orientar dieta rica em fibras e laxativas.

Aumento de gases intestinais e Síndrome do Intestino Irritável (SII):
Tratar os pacientes que sofrem da SII com medicamentos específicos, e orientar quais os alimentos que podem levar ao aumento da flatulência (gases) e diarreia.

Doenças inflamatórias intestinais:
As colites, como a Doença de Crohn e a Retocolite ulcerativa, são doenças complexas e que podem evoluir com quadros de deficiência de minerais, vitaminas e proteínas. Por isso o gastroenterologista nutrólogo deve se preocupar em fazer uma avaliação da composição corporal e dos níveis de vitaminas e minerais no sangue, com a possibilidade de correção destes distúrbios nutricionais consequentes à inflamação intestinal.

Gastrite, dispepsia, refluxo gastroesofágico e esofagite:
O esôfago e estômago são os primeiros órgãos do aparelho digestivo a receberem os alimentos após a deglutição, e portanto podem sofrer com a ingestão de alimentos que tragam algum desconforto ou lesão. Na prática médica, é possível que se faça a avaliação destas lesões através de endoscopia digestiva alta, que se trate com medicamentos específicos e que se oriente a parte alimentar.

–  Esteatose hepática:
A esteatose é o aumento do depósito de gordura no fígado, e está muito relacionado a obesidade e aumento de glicemia/diabetes. Nestes casos é importante avaliar a integridade do fígado e prevenir inflamações decorrentes do depósito de gordura no órgão, assim como orientar uma alimentação adequada para o controle da obesidade e de glicemia e diabetes.

Descrevi neste artigo as alterações digestivas mais importantes e que trato em minha prática clínica associando os conhecimentos de gastroenterologia e nutrologia,  e mostrando como as associação das duas especialidades é interessante e extremamente produtiva aos pacientes que sofrem com estes distúrbios.

 

Dados do autor:
Dr. Fernando Valério
Gastroenterologista, Nutrólogo e Proctologista
São Paulo, SP
Consultas: particulares e Omint

A Gastroenterologia é a especialidade médica ligada ao estudo dos distúrbios digestivos. A Nutrologia é a especialidade médica relacionada ao estudo dos alimentos e a sua relação com a nossa saúde e doenças. Como o aparelho digestivo tem como principal função a ingestão, digestão e absorção dos alimentos, é óbvio que o estudo destas especialidades se […]
24 abr 17

A obesidade é uma doença endêmica em todo o Mundo, e no Brasil a prevalência desta doença metabólica e suas consequências cresce visivelmente. Sabemos que atualmente 54,1% dos brasileiros adultos está com sobrepeso ou é obeso. E o que mais preocupa é que as crianças também estão sofrendo com este mal, onde 15% das nossas crianças já estão acima do peso. Pensando apenas em crianças abaixo de 5 anos, 7,3% deste grupo etário já está afetado pelo excesso de peso. Segundo alguns dados recentes, a obesidade infantil aumentou 300% nos últimos 40 anos. Como médico, a preocupação é que as consequências da obesidade infantil são óbvias, com alterações psicossociais, endócrinas, gastrointestinais, ortopédicas e cardiorrespiratórias. Além disso, crianças acima do peso serão em 40% das vezes adultos obesos, enquanto 80% dos adolescentes obesos também manterão este padrão de peso na idade adulta. O objetivo médico imediato é identificar as crianças com sobrepeso e obesidade, orientar as famílias e ajudar no controle dos fatores de risco para doenças crônicas.

Como a obesidade e suas comorbidades se tornaram o maior desafio médico global quando se pensa em doenças que afetam crianças e adolescentes de todas as idades, a identificação dos fatores de risco é muito importante. Estes fatores são divididos em intrauterinos e pós-natais.

Fatores intrauterinos:

  • Diabetes gestacional
  • Hipertensão arterial materna
  • Excesso de ganho de peso materno durante a gestação
  • Alterações no crescimento fetal intrauterino (pequeno ou grande para a idade gestacional)
  • Exposição fetal ao cigarro e cocaína

 

Fatores pós-natais:

  • Introdução precoce de alimentos sólidos ao bebê (menos de 4 meses de idade)
  • Amamentação materna por período menor que 6 meses
  • Pais com excesso de peso
  • Excesso de tempo utilizando aparelhos eletrônicos (TV, videogames, tablets, celulares)
  • Relação materno-infantil frágil

 

A história alimentar e de peso dos pais e familiares deve ser associada à presença da obesidade infantil, já que padrões genéticos e comportamentais podem estar presentes. A evidência de que uma significante relação entre variáveis genéticas e comportamentais existe e já foi comprovada. Além disso, crianças com pais e familiares obesos costumam seguir os mesmos padrões dietéticos e alimentares, o mesmo gasto de tempo em frente à televisão e aparelhos eletrônicos, pouco prática de atividades físicas, o que explica a tendência de que toda a família esteja fora dos padrões de peso e comportamento alimentar adequados. Estudos recentes também mostram que alterações na flora intestinal (microbiota) poderiam explicar em parte a presença da obesidade infantil, já que as bactérias intestinais afetariam o processamento de nutrientes pelo intestino, além de gerar resposta imunológica e inflamatória que colaborariam com o desenvolvimento da obesidade. Uma explicação para que a flora intestinal se alterasse em crianças seria o uso de antibióticos em idade inferior a dois anos. Mesmo que a flora intestinal se recuperasse após o término do uso do medicamento, já poderia ter havido uma persistente alteração nos padrões de metabolismos e aspectos físicos da criança.

A definição mais clara da obesidade é o excesso de massa gordurosa. A principal maneira como se identificam as crianças com excesso de peso são as medidas antropométricas, que utilizam o peso e altura. Outras formas de medida, como a densitometria, bioimpedância e ressonância magnéticas não são utilizadas rotineiramente na prática clínica para a avaliação de crianças. Por isso, métodos como o índice de massa corpórea e medidas da circunferência abdominal e pregas cutâneas são praticamente os métodos exclusivos de medida. Após a realização destes cálculos, os dados devem ser aplicados a curvas que consideram a idade da criança. Ou seja, índices de massas corpóreas podem ser considerados normais ou não dependendo da faixa etária. E mesmo que este método de avaliação não defina a massa muscular, óssea e gordurosa de maneira individualizada, o seu padrão de resultados é bem aceitável e compatível com a realidade na maior parte dos casos.

Quando se identifica e se comunica o excesso de peso em crianças é sempre importante que o médico fique atento ao estigma que este diagnóstico trará. Crianças “gordas” são comumente associadas à comportamentos preguiçosos, à falta de atratividade e até mesmo, estupidez. É por isso que médicos, nutricionistas e familiares devem entender e estar sensíveis aos sentimentos que a criança demonstra de vergonha, falta de motivação e até mesmo de depressão frente a um problema físico aparente. Os pais não devem se sentir julgados e criticados quando os seus filhos recebem o diagnóstico de sobrepeso e obesidade, e sim colaborar com a equipe de saúde para que o seu filho se trate de maneira adequada e responsável. O sentimento de culpa não ajuda a qualquer parte durante o processo, seja a criança ou os pais. Por outro lado, médicos não devem apenas explicar sobre a doença, mas também propor cuidados e tratamentos.

Além do óbvio efeito estético que o sobrepeso e a obesidade causam, há ainda uma enormidade de complicações relacionadas a esta doença. São elas:

  • Psicossocial: distúrbios de autoimagem, vitimização, baixa autoestima, prejuízo na socialização, ansiedade, sintomas depressivos e distúrbios alimentares comportamentais.
  • Cardiovascular: dislipidemia (aumento de colesterol e triglicérides), hipertensão arterial, desenvolvimento de placas de atero-esclerose precocemente.
  • Endocrinológica: aumento de insulina, pré-diabetes, diabetes tipo 2, síndrome metabólica.
  • Respiratória: apneia do sono.
  • Gastrointestinal: esteatose hepática (gordura no fígado).
  • Ortopédicas: dores articulares em membros inferiores, piora na mobilidade.

 

Quanto ao tratamento, obviamente ele exige uma mudança de estilo de vida da criança, e provavelmente, de toda a família. Melhores escolhas alimentares, orientação quanto à horários das refeições e definição das porções dos alimentos são sempre medidas necessárias. Uma medida didática criada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos é a regra do 5-2-1-0, que corresponde às seguintes orientações.

  • 5 ou mais porções de frutas, verduras ou legumes ao dia.
  • 2 horas ou menos de televisão ou videogames ao dia.
  • 1 hora ou mais de alguma atividade física.
  • 0 (zero) consumo de bebidas e alimentos adoçados com açúcar.

 

Os resultados quando se realizam estas medidas comportamentais de média ou alta intensidade costumam ser efetivos na redução do índice de massa corpórea em um período de 12 meses. Alguns estudos mostram que após a reeducação alimentar esta adequação do peso pode ser duradoura. Em casos extremos, quando não se consegue que medidas comportamentais sejam instituídas, quando estas não atingem os resultados esperados ou quando não se consegue controlar as complicações decorrentes da obesidade, o uso de medicamentos pode ser necessário. Atualmente, os Estados Unidos liberaram apenas o uso do orlistate como tratamento medicamentoso específico para crianças. Mas no caso de crianças com pré-diabetes ou diabetes, medicações que reduzem a glicemia (hipoglicemiantes) podem ser usados. Alguns estudos sugerem alguma redução de peso com o uso destas medicações. Nas crianças em que a esteatose hepática gerou um processo inflamatório no fígado (esteato-hepatite), o uso de suplementos de vitamina E tem sido proposto.

Quanto à cirurgia bariátrica, este método de tratamento mais radical tem espaço em adolescentes, mas desde que estes sigam regras rigorosas de indicação do procedimento. É preciso sempre reforçar que esta cirurgia visa o controle de comorbidades e complicações causadas pela obesidade, e não deve ser usada como um artifício estético. Dentre os critérios de inclusão para a realização da cirurgia estão a falta de resultado com medidas alimentares e atividade física, a capacidade do adolescente em decidir comprovada, ter maturidade psicológica, ter índice de massa corpórea maior que 50 ou maior de 40 com comorbidades associadas (hipertensão arterial, diabetes, apneia do sono), ter a capacidade de entender as consequências da cirurgia, ser capaz de aderir a programas de adequação de estilo de vida após a cirurgia, e no caso da meninas, não engravidar por um período de até um ano após o procedimento.

Acredito que com este artigo consegui passar informações que lhes comprovem a gravidade do que significa uma criança estar com sobrepeso ou obesa, as suas consequências, além de algumas medidas e orientações para que esta doença possa ser tratada de maneira correta e duradoura. Obviamente estas crianças precisam ser acompanhadas por profissionais habilitados e que trabalhem juntamente com as famílias para que bons resultados sejam atingidos.

Dados do autor:
Dr. Fernando Valério
Gastroenterologista, Nutrólogo e Proctologista
São Paulo, SP
Consultas: particulares e Omint

A obesidade é uma doença endêmica em todo o Mundo, e no Brasil a prevalência desta doença metabólica e suas consequências cresce visivelmente. Sabemos que atualmente 54,1% dos brasileiros adultos está com sobrepeso ou é obeso. E o que mais preocupa é que as crianças também estão sofrendo com este mal, onde 15% das nossas […]